Você já deve ter sentido na pele a pressão que sofre um gerente de TI para garantir segurança e confiabilidade do sistema.
Tanta cobrança vem de muita responsabilidade. Enquanto um setor de TI ineficaz pode ser um problema, um sistema vulnerável consegue ser fatal para uma empresa.
Por isso, é preciso muito planejamento de um gerente para tornar o seu trabalho confiável. Veja o que você precisa fazer para construir uma estratégia de segurança em TI sólida e duradoura!
1. Defina prioridades
O primeiro passo para um bom plano de segurança é entender quais são as informações, dados e processos que devem ser mais protegidos. Faça uma análise de todo o sistema atual e peça ajuda à diretoria para criar uma lista de prioridades.
Dessa forma, você pode concentrar o seu esforço e o da sua equipe no que realmente precisa de segurança, evitando desperdício de tempo e dinheiro no futuro.
2. Identifique e mapeie pontos sensíveis
Todo sistema tem pontos suscetíveis a falhas e ataques. Pode ser no uso de BYOD, na edição e colaboração de documentos ou no controle de acesso ao sistema.
É como um encanamento com junções ressecadas. Identificar os pontos fracos é outro jeito de concentrar esforços e otimizar a ação da sua equipe no futuro.
3. Avalie possíveis ameaças
O último passo desse momento de pré análise é elencar as ameaças mais iminentes ao seu sistema. São ataques externos? Gargalos internos? Acessos não autorizados?
Cada empresa precisa lidar com ameaças diferentes de acordo com a natureza do seu negócio. Para criar uma estratégia de segurança em TI eficiente, é importante saber com que perigos você e sua equipe enfrentam.
4. Defina regras de uso
Com uma estratégia bem formulada, é hora de partir para o planejamento. Comece criando um documento detalhado com regras e normas para o uso do sistema.
Descreva quais processos são prioritários, regras de acesso, qual deve ser a rotina de manutenção e a responsabilidade de cada integrante da sua equipe. A ideia de um documento desses é que a segurança seja um processo ágil e padronizado, e que você não precise ser solicitado o tempo todo para responder dúvidas e tomar decisões que poderiam ser delegadas.
5. Elabore processos para respostas rápidas
Falando em agilidade e padronização, um erro grave de estratégias mal construídas é a lentidão entre encontrar respostas para vulnerabilidades e implementá-las.
Já que você identificou os pontos sensíveis do seu sistema, elabore processos prevendo falhas e como resolvê-las da forma mais rápida possível.
6. Crie um plano de contingência
Mas não importa o quão seguro é um sistema, ataques e falhas vão acontecer. Uma boa estratégia de segurança deve prever como o setor de TI agirá nesse momento, seja em casos de ataques, quedas de serviço, vazamento de informações ou perda de dados.
7. Crie uma rotina de manutenção e análise
E por último, com sua estratégia montada, é hora de pensar no futuro. O trabalho de segurança em TI é constante e as regras do jogo podem mudar com muita velocidade.
Desde o início, planeje mecanismos para analisar o sistema e realizar manutenções. Prefira as rotinas frequentes em vez das grandes reformulações. Essas pequenas intervenções podem ser o suficiente para evitar crises e ainda economizar dinheiro.
Afinal, a estratégia de segurança em TI depende de quão preparado você está para lidar com falhas no sistema de forma rápida e eficiente. Um bom planejamento é o que você precisa para otimizar o trabalho da sua equipe e diminuir a pressão sobre o seu setor.
Ficou com alguma dúvida? Tem algum ponto no seu planejamento que fez toda a diferença para sua empresa? Então converse conosco nos comentários!